
ROCINHA – história
A história da maior favela do Brasil, começou ao final do século XIX. A região era um área rural com fazendas e pequenas roças. Foram essas roças que deram o nome a Rocinha. A partir da década de 1930 a Rocinha cresceu rapidamente impulsionada pela migração de trabalhadores rurais e pela urbanização da cidade, especialmente na zona sul, as praias de Copacabana, Ipanema e Leblon.
Na década de 1950 aumentou a migração de nordestinos ao Rio de Janeiro, principalmente a Rocinha
Em 1938 a Estrada da Gávea foi asfaltada tornando-se o local onde ocorria o “circuito da batatinha”, uma disputada corrida de automóveis.
Na década de 1970 a favela começou a urbanizar se e contar com serviços essenciais. Em 1993 passou a ser um bairro pela Lei n m1995.
O morro da comunidade liga os bairros de Gávea e São Conrado. Foi essa frágil fronteira marca um profundo contraste urbano, o que é citado como um símbolo de desigualdade social do Brasil.
A força da comunidade conquistou resultados como a implantação de creches, escolas, passarela, centros comunitários e o posto de saúde Albert Sabin.
O número oficial de moradores é de 72.021 de acordo com o censo de 2022 do IBGE, porem os moradores acusam um número maior de 100.000. O número oficial de domicílios totaliza 30.371. O território fluminense conta com 1.724 favelas.
Fonte: Ciesp.org.br, Portal Favela da Rocinha; sabedoriaecia.com.br
Em 1938 a Estrada da Gávea foi asfaltada tornando-se o local onde ocorria o “circuito da batatinha”, uma disputada corrida de automóveis.
Fonte: publicações do IBGE.



