
Manacá: s. m. (t.tupi). Bot. Planta solanácea medicinal do Brasil, da qual os indígenas extraem um suco venenoso com que ervam as pontas das setas (Brunfelsia hopeana) – M. açu: Planta solanácea (Brunfelsia grandiflora). M- anaconda: planta vervenácea (Duranta bicolor). M-do-mato: planta acantácea (Adenosoma supérflua). Var. Manacã.
Dicionário Melhoramentos - 1971
Existem diferentes Manacás, da Serra, do Mato, etc. Mas na observação dentro da Floresta de Tijuca, podemos ver, melhor na época da floração, dois tipos de Manacás, com a bela característica de ter três cores nas flores. Um deles, o de tamanho menor (Brunfelsia grandiflora; Família Solanaceae) exala também uma deliciosa fragrância forte e delicada. Os outros Manacá, mais altos, com flores maiores de início alvas que chegam ao lilás em três dias, sem perfume é o Tibuchina Mutabilis; Família Melastomataceae, chamada opularmente Manacá-da-serra (Tibuchina Granulosa), muito parecido à Quaresmeira, por ser da mesma família – Melastomatáceae
Tem dois Manacás “Tibuchinas” MUITO parecidos.
- Manacá-da-serra (Tibuchina Mutabilis)
- Manacá-da-serra-anão (Tibuchina Mutabilis “Nana”)
Segundo o Dicionário Houais
Etim.Tupi *mana’ka ‘planta da família das solanáceas’; f.hist. 1833 manacan, 1862 manacá Segundo o site da Prefeitura de Manacapuru (Amazonas) os Tupi chamavam as Flores de Manacá, pois o nome da cidade seria “Flor Matizada”; Manacá: FLOR; Puru: MATIZADA. Em inglês, pelas três cores que se observam na planta, leva o nome popular de “Ontem, Hoje e Amanhã”, “Yesterday, Today & Tomorrow”.




